Copo de 3: FAP Wines
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24 abril 2015

Giroflé Douro 2013



Depois do bom momento proporcionado pelo Giroflé Alvarinho, damos um salto até ao Douro, onde surgem dois vinhos da mesma marca. O Giroflé branco 2013 onde brilham as castas Viosinho, Rabigato e Malvazia, aconchegados nuns saudáveis 12,5%. Quanto ao vinho de início a mostrar ligeira austeridade vegetal, abrindo para fruta de caroço, o toque de pederneira confere alguma profundidade. Boca a replicar tudo o encontrado, boa presença da fruta de polpa branca, rasto mineral, tudo em estrutura mediana. Muito bom com filetes de peixe-espada e arroz de tomate. 90 pts


O outro Giroflé é um tinto 2013 do Douro, resultante de um blend de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Barroca, num conjunto fresco muito marcado pela fruta bem carnuda e sumarenta que se destaca e nos atira para o perfil mais fresco do Douro. Todo o conjunto mostra equilíbrio e frescura, cacau e especiaria em fundo, tornando-o bastante convidativo e atraente. Boca de passagem suave com sabor e presença da fruta, a frescura equilibra a presença da fruta num vinho ideal para carnes grelhadas no carvão. 90 pts

25 março 2015

Giroflé Alvarinho 2013

A aposta no consumidor mais jovem e irreverente, com vinhos onde acima de tudo o prazer está garantido à mesa e onde se destacam rótulos apelativos e até atrevidos, tem sido colocada em prática muito timidamente por parte dos produtores nacionais. É esse o caso do projecto Giroflé (FAP Wines) onde o enólogo João Matos, após a experiência acumulada em empresas como a VDS ou a Beyra Vinhos de Altitude, sem adega própria decidiu estabelecer parceria com produtores onde produz e engarrafa os seus Giroflé. João Matos posta claramente numa linha de vinhos que se enquadra em tudo o que já aqui foi dito, aliando um forte pendor gastronómico, neste caso o rótulo do Alvarinho é da autoria de António Queirós Design.

Um Alvarinho de 2013 cujo preço ronda os 10€, a mostrar-se algo tenso de início, precisando de algum tempo no copo. Desdobra-se em toques de fruta madura, citrinos com ligeiro apontamento tropical, alguma geleia, muita frescura num vinho jovial com rasgo fumado em fundo. Na boca alguma austeridade a marcar o início de prova, abertura para ponto de mel com toda a frescura da fruta, saboroso e com boa persistência final. Grande companhia de umas gambas al ajillo. 90 pts
 
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