23 fevereiro 2006
PROVA Cimarosa Chile Valle Central Cabernet Sauvignon 2005
19 fevereiro 2006
Revista dos Vinhos - Os melhores do ano 2005
16 fevereiro 2006
10.000
15 fevereiro 2006
Vinho do Porto perde exclusivo...
A Comissão Europeia autorizou hoje a comercialização, pela África do Sul, de vinhos com as designações Vintage, Tawny e Ruby, acabando assim com as menções tradicionais exclusivas até agora do Vinho do Porto.
Trata-se da decisão formal de Bruxelas de uma medida que já tinha recebido, em Janeiro, a luz verde do Comité de Gestão do Vinho da União Europeia e que pode acabar com as expressões tradicionais só utilizadas no vinho do Porto, permitindo que estas sejam usadas no rótulo de outro tipo de vinhos, inclusive os de mesa, produzidos noutras parte do Mundo.
Ao mesmo tempo, a colocação no mercado de vinhos com estas designações pode levar à confusão dos consumidores.
A autorização foi possível graças à alteração de um regulamento comunitário de 2004, que pôs fim à ligação exclusiva das menções Vintage, Tawny e Ruby ao vinho do Porto, permitindo a sua utilização nos vinhos produzidos segundo certos requisitos, para estar de acordo com as regras da Organização Mundial de Comércio (OMC).
A permissão surge depois do acordo estabelecido em Dezembro entre a União Europeia e os Estados Unidos, que também autoriza aquele país a utilizar as designações tradicionais e que recebeu o voto contra de Portugal.
Também a Austrália já enviou um pedido semelhante a Bruxelas, estando a ser concluído um acordo bilateral.
Portugal considera que o compromisso com os Estados Unidos «abriu uma caixa de Pandora para a região demarcada mais antiga do Mundo», pelo que tenciona escrever à comissária europeia da Agricultura, Mariann Fischer-Boel, para que ajude o vinho do Porto a afirmar-se no mercado norte-americano.
Em Portugal, o Vinho do Porto representa 60% do total de 500 milhões de euros anuais de exportação de vinho.
Prova Coop Borba Garrafeira 2001
Mais uma novidade da Coop. de Borba, desta vez uma estreia com este primeiro Garrafeira 2001, que se apresenta num bonito conjunto garrafa/rótulo e foi elaborado a partir das castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet. Teve estágio de 18 meses em tonéis de madeira exótica e barricas de carvalho americano, foi engarrafado em Abril de 2004 e teve repouso em garrafa atá à data que foi colocado no mercado no ano passado em Novembro, apresentando-se com 13% e uma tonalidade granada escuro com intensidade média/alta e rebordo ligeiramente atijolado.
Mostra notas de fruta madura em compota, aroma especiado em conjunto com baunilha, cacau, café, torrados, tabaco ligeiro, fumo e ligeiro aroma vegetal a fazer companhia a aromas floral da Trincadeira num vinho que evolui muito bem no copo, tudo muito equilibrado em grande harmonia tornando-se algo guloso, final a lembrar licor de ginja.
Na boca é de corpo mediano, suave e elegante, com fruta em compota presente com algum chocolate, vinho que se mostra aveludado com ligeira especiaria no final que se mostra longo.
Uma bela surpresa este Garrafeira 2001 que se encontra com grande qualidade e uma boa aposta face aos cerca de 12€ que custou. 17
PROVA Coop de Borba Tinta Caiada & Pinot Noir 2004
Uma novidade este bivarietal da Coop de Borba da colheita de 2004 alaborado com uma casta típicamente da zona da Borgonha e uma casta típicamente Alentejana a Tinta Caiada.
O vinho teve estágio de 4 meses em carvalho húngaro e francês e mais 5 meses em garrafa, apresentando-se com 14% e uma tonalidade ruby escuro de concentração média.
No nariz mostrou-se com fruta vermelha e negra bem madura de intensidade mediana em conjunto com ligeira especiaria aliada a umas notas de baunilha e torrados presentes com fundo floral e algum vegetal, tudo muito harmonioso e sem grande destaque de qualquer uma das castas.
Na boca tem corpo médio, fresco e delicado a dar uma boa prova com fruta vermelha presente em conjunto com algum vegetal apesar de ligeiro num vinho elegante na boca com acidez a dar frescura e uma ligeira adstringência em final de boca médio/longo com ligeiro especiado no final.
Talvez o bivarietal menos conseguido dos 2004 da Coop. Borba que vale a pena ver como vai ficar com algum tempo de guarda. 15,5
14 fevereiro 2006
PROVA Coop de Borba Trincadeira & Alicante Bouschet 2003
Este Bivarietal foi um dos grandes destaques da colheita 2003 da Coop de Borba devido a algumas esperanças que depositou na sua possível boa evolução em garrafa.
Elaborado com duas castas bem conhecidas no Alentejo, a Trincadeira e a Alicante Bouschet, teve 4 meses de estágio em barrica de carvalho francês e mais 4 meses de garrafa, apresentando-se com uma tonalidade granada escuro com 13,5%
A fruta está presente nas suas versões negra e vermelha (bagas, ameixa) muito madura e com alguma compota a marcar presença num conjunto com algum floral e vegetal de mãos dadas com notas do estágio em madeira, fumo, torrados, leve baunilha, cacau, tabaco e café com um toque de especiarias tudo num perfil muito bem integrado e elegante com um balsâmico (pinheiro) no final a dar uma necessária frescura.
Na boca tem boa entrada com estrutura média, fruta a marcar presença juntamente com torrados, café, acidez equilibrada num vinho que dá muito boa prova, mais fino e elegante que quando do seu lançamento para o mercado, tem uma ligeira adstringência vegetal e no final mostra um toque balsâmico, persistência final média/alta. Preço de 5,60€ na Wine Shop da Coop.
16,5
13 fevereiro 2006
Prova Quinta do Vallado 2003
Mais um vinho do Douro em prova, de um produtor que tem colocado o nome de Portugal na boca dos críticos internacionais e nacionais com excelentes prestações. Este Vallado 2003 foi elaborado com uvas na sua maioria de vinhas novas 70% e as restantes de vinhas velhas 30%, onde as castas escolhidas foram Tinta Roriz, Tinta Barroca e Tinta Amarela, Touriga Franca, Touriga Nacional e Sousão. Teve estágio de 11 meses, 80% em Inox e 20% em meias pipas de carvalho francês com 1 ano, foram engarrafadas 117.000 garrafas.
O vinho foi decantado uma hora antes apresentando algum depósito e servido a 16ºC. De tonalidade granada com reflexos roxeados e de mediana intensidade, apresenta-se com 14% apresentando-se no nariz com uma intensidade aromática média, com fruta madura (framboesa, amoras, ) aromas frescos, ligeiro vegetal e algum floral (esteva), especiaria leve (pimenta, anís, baunilha) e aparecem com o tempo ligeiros aromas derivados do estágio em madeira (café, tabaco, torrado) ligeiro balsâmico de fundo (eucalipto). Na boca mostrou-se fresco, com corpo médio/alto onde a fruta está presente, fresco na boca, com alguma especiaria (pimenta) e balsâmico a dar uma intensidade final média com alguma adstringência de uns taninos ainda por domar. No final o álcool ainda que tímido, diz presente. Precisa de mais um tempo para afinar, dá uma boa prova apesar de ficar muito longe da qualidade de anos como o 2000 o 1999 ou o 1997. Custou cerca de 8€ no Carrefour que se revela um pouco caro para os preços em outros Hipers... 16
12 fevereiro 2006
Prova Virtual no Copo de 3
09 fevereiro 2006
PROVA Marqués de Caceres Gran Reserva 1989
Marqués de Caceres é uma das mais famosas marcas de vinho da Rioja, aqui em prova está um Gran Reserva 1989, vinho elaborado com 85% Tempranillo, 8% Garnacha e 7% Graciano com um estágio em barrica de carvalho francês de 28 meses.
Apresenta-se com 12,5% e uma tonalidade granada escuro de média intensidade com rebordo alaranjado a mostrar já os sinais do tempo no vinho. Com um aroma a mostrar notas de fruta em compota bem interligada com aromas de algum fumo, leve cacau e charuto, torrados presentes e elegantes, especiarias de fundo (baunilha, pimenta) e um final a lembrar terra húmida.
Na boca mostra-se muito fino e elegante, taninos sedosos quase não se notam, fruta presente, ligeiro vegetal, tudo muito equilibrado com presença de torrados, acidez a dar frescura ao vinho que mostra um final de boca ligeiramente balsâmico com persistência final média/alta.
Atendendo ao factor idade, o vinho mostrou-se já na fase descendente apesar de ainda proporcionar uma boa prova. 16,5
02 fevereiro 2006
PROVA Vin D´Alsace 2004 Riesling
A casta Riesling é considerada como uma das mais nobres castas brancas do mundo, tendo como regiões de excelência entre outras a Alsácia Francesa de onde vem este vinho.
Produzido em La Cave de Turckheim, apresenta-se com 12,5% e uma tonalidade amarela de intensidade mediana com rebordo levemente esverdeado. Boa intensidade aromática com destaque para uma entrada de fruta (pêra, nêspera) e também frutos cítricos (limão, tangerina) tudo muito maduro e fresco em conjunto com um leve perfume floral tudo muito composto em final mineral.









