Copo de 3: Bucelas
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14 março 2017

Morgado de Sta. Catherina Reserva 2013

Nasce na Quinta da Romeira (Bucelas) pertença da Wine Ventures, este Arinto que se pode considerar como um clássico da região, criado pelo enólogo Nuno Cancela de Abreu no início dos ano 90. O vinho que na altura seria a maneira de mostrar a casta Arinto com passagem por madeira, tem seguido fiel à sua matriz com os sempre necessários afinamentos de enólogo para enólogo. Este "novo" Morgado remete para aquilo que sempre foi, um branco que nos mostra a casta Arinto com toda a sua frescura mas que ganha algum peso com a passagem pela madeira, os aromas citrinos e até de alguma folha de limoeiro surgem agora num tom mais gordo a lembrar tarte de limão merengada. Envolvente, a madeira mostra-se presente, secura com mineralidade em fundo, sempre coeso e volumoso, travo de raspa de limão a espicaçar o palato. Ronda os 10€ e mostra apetência como sempre mostrou para a cave e desde já para a mesa, com pratos de peixe ou marisco na chapa com molho de manteiga e limão. 92 pts

25 setembro 2015

Paulo Laureano Bucelas branco 2014

Mais uma prova que nasce fruto da partilha que a amizade proporciona, neste caso fruto da boa surpresa dos amigos que vieram de longe até à minha terra natal. Um dos vinhos que foram abertos foi este branco que o enólogo Paulo Laureano cria na região de Bucelas, tal como faz no Chão do Prado, estágio em inox com Arinto/Esgana Cão e preço em garrafeira a rondar os 6€. Não é dos brancos que mais me entusiasmou, encontrei pouco Bucelas comparando com outros valores seguros que a região coloca no mercado, mas a ter em conta que o Bucelas precisa de tempo em garrafa para melhor se mostrar, é um vinho nervoso e que nos primeiros tempos gosta de ficar pensativo. 

Servido fresco foi-lhe dado todo o tempo do mundo e por mais que queiramos há coisas que não mudam, o vinho neste caso não mudou e ficou estático e linear tal como se mostrou no primeiro instante. Delicado com aromas de frutos citrinos frescos e folha de limoeiro, algum nervo e chispa mineral. Na boca domina a leveza e pouco mais que isto, quiçá os nervos ainda lhe tomem conta da alma mas no que mostrou pareceu-me algo acomodado e sem capacidade de cativar no imediato. 88 pts  

29 dezembro 2014

Quinta da Murta Reserva Bruto 2008


A Quinta da Murta (Bucelas) possui 14,5 hectares de vinha, implantadas a 250 metros de altitude nas encostas do Vale da Ribeira do Boição, beneficiando de solos compostos por margas calcárias e calcários cristalinos, com numerosas presenças de fósseis. Com natural presença da casta Arinto, cuja acidez natural aliada às características dos solos e do microclima da região permite produzir na Quinta da Murta, agora com enologia de Hugo Mendes, vinhos únicos com grande potencial de guarda onde brilha a gama de brancos e de espumantes.

Uma pequena parte do lote fermentou em barricas usadas, com posterior estágio em garrafa. Mostra um Arinto evoluído, complexo, aroma muito fresco com citrinos maduros, folha de limoeiro, maçã, muito vivo e direto com mineralidade de fundo. Boca com muita frescura, mousse ligeira com citrinos, vivacidade e mineral, numa bela acidez em final persistente e seco. Um espumante polivalente que brilha alto com pratos de marisco por perto, por exemplo mexilhões ou ameijoas ao natural, apenas com umas gotas de sumo de limão e coentros picados. 91 pts

13 fevereiro 2014

Quinta da Murta Clássico 2012

Em Bucelas (Lisboa), na Quinta da Murta os vinhos ganharam nova roupagem mas também ficaram mais airosos, limpos e arrumados. O branco Clássico não é sequer novidade no Copo de 3, já aqui andou numa colheita anterior e se teve em prova aquele que lhe deu origem. Este vinho será aquele que mais detalhe mostra e mais atenção precisa dos brancos produzidos por este produtor. Nele mora a inquietude do enólogo Hugo Mendes em conjunto com a beleza da casta Arinto de Bucelas, demarcando-se pela diferença e cativando por isso mesmo. É um vinho arisco, formoso, apetecível e com um travo exótico/misterioso qual odalisca das arábias. Exala um perfume que se mantém colheita após lançamento, numa muito sua complexidade bem delicada e aqui nesta nova colheita a madeira nota-se bem menos, porque é essa a vontade de quem o faz, no entanto o vinho arredonda nos cantos, ganha aquele balanço bonito na boca, sempre com a acidez muito presente que prolonga e revitaliza o prazer em todo o palato. Mantém o registo a que me vem acostumando, perdendo peso da madeira mas ganhando pelo conjunto mais afinado e limpo de aromas. Vale certamente os 9€ que custa na loja do produtor e o envelhecimento será bastante satisfatório, caso consigamos guardar algumas. 91 pts

03 fevereiro 2014

Quinta da Murta branco 2012

No reino da casta Arinto (de Bucelas), leia-se Bucelas, a Quinta da Murta destaca-se cada vez mais pela qualidade e pureza dos seus vinhos, neste caso falo do Quinta da Murta branco 2012 vinho que apenas passa pelo frio do inox. Brilha aqui a casta Arinto em todo o seu esplendor, num vinho quase que de compêndio no que à casta diz respeito. Sem grandes exuberâncias, dominado por aromas limpos de fruta (maçã verde, lima, limão), camomila, apontamento vegetal (erva), todo ele tenso e acompanhado por uma boa carga mineral em fundo. Na boca continua a boa prestação, bem seco com acidez muito presente, envolto em sabores de fruta indo de encontro ao já destapado no nariz, mostrando-se com nervo e firmeza. Promete uma boa evolução em garrafa, como comprovado em anteriores colheitas, mostrando desde já uma grande apetência para a mesa, neste caso a rondar os 5€ na loja do produtor. 90 pts

03 outubro 2010

Bucellas Arinto 2009

Distribuído em supermercados e hipermercados, com preço recomendado de venda ao público de 3,99€, e ainda em Restaurantes e Garrafeiras. A marca Bucellas tão conhecida pelas suas famosas medalhas está diferente: mais moderna e qualitativa, com várias mudanças realizadas ao nível da garrafa que agora se apresenta com garrafa renana, um rótulo mais limpo, menos elementos mas com os que tão bem caracterizam esta marca (o ouro e as medalhas), e a nova cápsula dourada e preta com a assinatura Caves Velhas Signature.
O vinho em causa é um 100% Arinto, a casta rainha da região de Bucelas, com uma produção de 160.000 garrafas a cargo do enólogo Osvaldo Amado.


Bucellas Arinto 2009
Castas: 100% Arinto - 12,5% Vol.

Tonalidade amarelo citrino de baixa concentração.
Nariz a cheirar a fruta fresca com boa intensidade, destaque para lima e limão, melão com toques de leve doçura da fruta, em conjunto com vegetal em destaque e envolto em boa dose de frescura, sensação de ligeira mineralidade em fundo.
Boca com frescura citrina bem viva, lima e limão, mediano na largura e um pouco melhor na profundidade, acompanha a qualidade da prova de nariz o que é sempre muito bom sinal, aqui a frescura está bem presente a ligar-se com a fruta que se sente limpa mas sem que a sua presença seja muito acentuada e algum vegetal. Conjunto equilibrado e com harmonia, mostrando no final alguma secura com boa persistência.
Mostrou juventude e mostrou frescura durante toda a prova, um Arinto que não merece o esquecimento a que os vinhos desta região estão sujeitos, merecem toda e mais que merecida atenção , até porque o preço faz com que seja bastante acessível e a qualidade bem apetecível. 15,5 - 89 pts

26 dezembro 2009

Quinta da Murta Clássico 2007

Entrando em jeito de conclusão das provas efectuadas aquando da visita à Quinta da Murta (Bucelas), falo do topo de gama da casa no que a vinho branco diz respeito. Este é o Quinta da Murta Clássico, um branco que se tornou uma autêntica lufada de ar fresco e que destaco como das boas surpresas do ano, vindos ali de Bucelas, não por ser novidade mas porque ainda não tinha tido contacto com a nova versão do Fermentado em Barrica deste mesmo produtor.

Quinta da Murta Clássico 2007
Castas: 100% Arinto - Estágio: 3 meses com batonage em carvalho françês e americano - 13,5% Vol.

Tonalidade amarelo citrino com leve apontamento dourado.

Nariz com aroma a mostrar uma boa complexidade, nota-se uma barrica a envolver os citrinos bem frescos e maduros, onde ressalta de imediato um aroma a fazer lembrar broas de canela, com alguma baunilha à mistura. Segundo plano com vegetal fresco/talos cortados, flores brancas, mel e mineralidade em fundo com uma sensação de frescura.

Boca com acidez bem presente, citrinos vivos e frescos em boa espacialidade de conjunto. A madeira onde descansou, confere-lhe mais volume que o apresentado pelos outros brancos da Quinta da Murta, apresentando-se também com um leve polimento e ligeira sensação de untuosidade, mas não o suficiente para lhe tirar qualquer vivacidade, sendo no final de pendor seco, fresco e mineral.

Pelo bom potencial de envelhecimento que mostrou com as colheitas anteriores colocadas em prova, direi que é vinho que se pode consumir com todo o prazer desde já, ou ir apreciando e acompanhando a sua evolução ao longo dos próximos anos. O preço ronda os 15€, que não sendo barato se mostra adequado à qualidade apresentada. É de aproveitar e ir comprar no produtor que fica quase sempre mais em conta, vale a pena ir visitar a Quinta da Murta, provar e comprar in loco os vinhos aqui falados e provar as novidades. Um vinho para os tempos mais frios, que namora bem com um peixe no forno. 16,5 - 91 pts

17 dezembro 2009

Quinta da Murta branco 2008

No seguimento da prova realizada durante a visita à Quinta da Murta (Bucelas), o próximo vinho de que irei falar é o Quinta da Murta branco, do qual tive a oportunidade de provar as colheitas de 2005, 2006, 2007 e 2008, em que apenas irei destacar 0 2008 e o 2005.
Este branco é um 100% Arinto, apenas com passagem por cuba de Inox, que é sem dúvida alguma a melhor maneira de sentir a pureza da casta sem as intromissões da madeira. Na verdade a casta Arinto não é uma casta muito expressiva, embora com elevada acidez e de acentuada mineralidade no seu perfil. É devido à sua alta acidez que muitas vezes a encontramos a fazer parte do lote de muito vinho branco, quer no Ribatejo ou no Alentejo onde faz par muitas das vezes com a Antão Vaz. Mas é em Bucelas que a casta Arinto tem fama e tem proveito, embora os brancos desta região andem meio esquecidos pelos consumidores que se dizem "mais atentos".

Quinta da Murta branco 2008
Castas: 100% Arinto - Estágio: n/t - 12,5% Vol.

Tonalidade amarelo citrino de baixa concentração com retoque esverdeado.

Nariz de perfil fresco, tem a fruta madura bem presente a lembrar citrinos (lima e limão) seguida de vegetal (talos frescos e ripados) e leve floral em fundo marcadamente mineral.

Boca de estrutura média/baixa, mas com acidez que se mostra com vivacidade e cítrica, sentindo-se a fruta fresca e que vai no sentido da prova de nariz. O vegetal marca novamente presença, a servir de acompanhamento à fruta, num vinho de perfil seco e com fundo mineral, em persistência final média.

É um claro exemplo de vinho branco para acompanhar peixe e marisco, servido à temperatura que merece e de preferência durante os tempos mais quentes. Tem a mais valia de que se aguenta bem em garrafa, tem matéria para tal, o que se vai poder constatar com a prova do 2005.
15,5 - 89 pts

Quinta da Murta branco 2005
Castas: 100% Arinto - Estágio: n/t - 12,5% Vol.

Tonalidade amarelo citrino com leve nuance dourada.

Nariz com aroma centrado nos citrinos, vegetal já não tão fresco e com alguns toques secos, sente-se um ligeiro rebuçadinho de limão, desperta certa untuosidade com fruto seco pelo meio e a tal mineralidade que lhe fica tão bem no fundo. Refinou muito ligeiramente com o tempo em garrafa, perdeu em fulgor e mostra agora tudo um pouco mais cansado de estar ali, a fruta começa a perder frescura e ganha leve doçura, entram frutos secos, o vegetal perde frescura... a idade tem destas coisas.

Boca com acidez presente, fruta a mostrar boa frescura com limão e lima, mineralidade sentida, algum arredondamento de conjunto a meio palato. Boa intensidade, final de boca de boa persistência com leve limonado.

Não há duvidas que se aguentou bastante bem com a passagem de 4 anos em garrafa, apesar de se notar já o curvar da idade, mas como na altura da prova se discutiu, a casta não dá para muitas complexidades ou exuberâncias, tem acidez suficiente para evoluir durante algum tempo em garrafa, ganhando algumas nuances e perdendo outras. Um vinho a passar a fase adulta , a dar desde já uma prova bem prazenteira. 15 - 87 pts

16 dezembro 2009

Quinta da Murta fermentado em barrica 2003

Foi a convite do enólogo Hugo Mendes, que visitei recentemente a Quinta da Murta (Bucelas).
A Quinta da Murta é uma propriedade vinícola com 27 hectares, situada a 2,5 km de Bucelas e aproximadamente 20 km a norte de Lisboa. A propriedade possui 14,5 hectares de vinha, implantadas a 250 metros de altitude nas encostas do vale da ribeira do Boição, onde beneficia de solos, exposição e de microclima com características próprias. São constituídas por encepamentos das castas Arinto, Rabo de Ovelha, Touriga Nacional e Syrah, produzindo vinhos brancos DOC Bucelas e tintos Regional da Estremadura. A primeira colheita data de 1994. A Quinta está inserida na Rota dos Vinhos, constituindo também um destino de turismo rural, nas vertentes de provas, vendas de vinho e eventos, oferecendo um enquadramento paisagístico de belo impacto.
Após uma visita bastante animada pelas instalações, sempre acompanhado pelo Hugo Mendes, jovem dinâmico e bastante apaixonado em fazer e mostrar o que faz, que no final da visita tinha já preparada uma prova alargada tanto em referências da casa, como espaçada em várias colheitas. Que melhor maneira de verificar o comportamento de cada marca ao longo do tempo senão esta, e da qual resultaram algumas notas de prova que irei colocar aqui. Agradecer em meu nome e da minha mulher, pela simpatia e atenção prestada. Em jeito de conclusão, no geral pode-se afirmar que o peculiar terroir que ali encontrámos se manifesta tanto nos brancos como nos tintos, notando-se nos brancos um perfil mais seco, fresco, limonado e com ligeira austeridade mineral em fundo, enquanto os tintos mostram uma Touriga Nacional menos expressiva, coesa e de abordagem menos fácil que tantas outras que por aí andam, mas com igual pendente mineral em fundo. São vinhos com identidade bem marcada, à espera de serem conhecidos aqui mesmo ao virar da esquina.

Quinta da Murta fermentado em barrica 2003
Castas: Arinto - Estágio: barricas novas carvalho francês durante 3 meses, com batonage - 12% Vol.

Tonalidade amarelo dourado de média concentração.

Nariz a mostrar aroma com evidentes notas de evolução, toque petrolado ligeiro, envolvente na calda/melado e fruta cristalizada, sensação de untuosidade com frutos secos torrados. Fruta ainda com alguma vivacidade, sente-se frescura, citrinos (limão, lima), flores brancas, tudo muito arranjadinho numa fina complexidade, com toque mineral de fundo.

Boca com acidez bem presente logo na entrada, o vinho tem uma boa sensação de untuosidade que se conjuga com fruta a lembrar limão, floral e fruto seco. Mostra-se de corpo mediano e fresco, fina complexidade e secura, num final longo e marcadamente mineral, estando em plena sintonia com a prova de nariz.

Já tinha tido o prazer de o provar, voltei a encontrar-me com ele e ainda bem. Arriscaria a dizer que é dos melhores exemplares que provei, com idade, da região de Bucelas, um vinho ainda com vivacidade tanto de acidez como da fruta. O tempo fez-lhe maravilhas, lapidou-o e deu-lhe outros encantos que fizeram as minhas delícias durante a prova. Poderia aguentar mais algum tempo em cave, mas é nesta altura que o vou querer aproveitar com um pargo assado no forno. 16 - 90 pts

19 junho 2009

Bucellas & Collares Centenário 2007

Para comemorar os cem anos das regiões demarcadas de Bucelas e Colares, foi produzido um vinho branco em conjunto pela Companhia das Quintas e a Adega Regional de Colares, numa edição limitada de três mil garrafas, concebida a partir das castas emblemáticas das duas regiões: Arinto de Bucelas e Malvasia de Colares, que tem como objectivo transmitir a personalidade e excelência dos vinhos das duas regiões, surgindo assim o Bucellas & Collares, vinho branco regional Estremadura 2007.
Bucelas e Colares são duas das regiões demarcadas mais antigas do mundo, comemorando este ano 100 anos de existência.

Como referido, as duas castas escolhidas são bem características de cada uma das regiões, a casta Arinto amadurece de forma sublime, mantendo sempre excelentes níveis de acidez natural que resultam num excelente potencial de envelhecimento. A Malvasia é uma casta nobre e autóctone plantada em pé-franco, nos característicos solos arenosos da Região Demarcada de Colares e é vindimada no final de Setembro, apresentado um uva com excelente acidez e grande equilibrio aromático.
As castas fermentaram separadamente sem interferência de madeira de carvalho e foram posteriormente loteadas. A escolha de uma percentagem de 50% de cada uma das castas no lote final mostrou-se mais equilibrada e a mais reveladora do carácter das duas regiões.

Bucellas & Collares Centenário 2007
Castas: (50%) Arinto e (50%) Malvasia - Vinificação: Fermentação lenta a temperatura controlada durante um mês em cubas de inox - 12,5% Vol.

Tonalidade amarelo citrino de rebordo esverdeado.

Nariz de belo recorte aromático, com fruta de cariz tropical com bastante citrino, alguma pêra e pêssego bem maduros. Desabrocha para notas de flores brancas e vegetal fresco, com bastante mineralidade em fundo, como que a servir de suporte a toda a estrutura, num conjunto que mostrar requinte, harmonia, delicadeza e frescura.

Boca a apresentar-se com uma estrutura mediana, de consistência suave e fresca ao nível da fruta, assente novamente numa bela dose de mineralidade. Nota-se uma acidez de sensações citrinas, que revigora e dá alguma secura ao vinho durante a sua passagem, drop de limão e um ou outro toque de vegetal fresco em companhia de flores brancas, colocando uma boa harmonia entre a prova de nariz e a prova de boca, com final de persistência média.

É caso para dizer Parabéns a você, nesta data querida, em que se teve a boa ideia de se lançar este belo vinho que tão condignamente representa as duas regiões. Um vinho onde as duas castas se abraçam numa união muito feliz, resultante um conjunto de fino recorte, fresco, harmonioso e com um ligeiro toque salgado derivado da influência Atlântica na casta Malvasia. Acompanhou umas postas de salmão grelhado com batata sauté.
16,5
 
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