Desde sempre ligada ao Douro e à produção de Vinho do Porto o nome Barros mora na Quinta Dona Matilde desde 1927. É nas vinhas desta histórica Quinta que nasce este Colheita 2013. O engarrafamento foi reduzido, cerca de 3000 garrafas a rondar cada uma os 35€. Um Colheita ainda muito novo, quase que a aprender a dar os primeiros passos, mas a mostrar que tem tudo para se tornar um senhor Colheita na passada do tempo. Por agora está muito centrado na frescura da fruta ainda jovem e madura, ligeiras compotas, bolo inglês, no fundo os frutos secos parecem querer espreitar. Gulodice imensa num copo de prazer a acompanhar os doces tão típicos desta época do ano. E porque é o primeiro do ano, deixo votos de muita saúde para todos. 92 pts
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04 janeiro 2021
17 janeiro 2020
Poças Vintage 2000
Faz parte do pequeno lote de Vintage que tenho por casa para ir abrindo conforme a ocasião. Pessoalmente não é o estilo de vinho que mais aprecio caindo sempre a escolha no estilo Tawny. Este Poças Vintage 2000 foi aberto, decantado durante uma hora e servido, mostrou aromas complexos onde se mistura a fruta macerada com fruta madura e fresca, compotas, folha de tabaco, ligeiro balsâmico num conjunto já a mostrar sinais de harmonia e suavidade no trato. Tendo outros anos mais recuados desta casa como referência, posso dizer que deveria ter sido guardado mais 20 anos. Deu prazer a quem o bebeu, saboroso e com tudo no sítio, mas nada mais que isso. 91 pts
28 fevereiro 2019
Grahams Colheita 1969
A Graham´s não tem tradição neste tipo de Vinho do Porto, pelo que apenas ocasionalmente coloca lotes exclusivos e de pequena quantidade dos seus Colheitas. Para este 1969 Charles Symington provou cada um dos 21 barris e escolheu seis como excepcionais, que deram origem a pouco mais do que 712 garrafas. Aqui entramos no patamar da excelência tal a qualidade do vinho, capta no imediato a atenção pelo bouquet rico e perfumado, enorme elegância com notas de damasco, fruto seco (nozes), especiarias, tom de laranja cristalizada, madeira antiga encerada, amplo e profundo. Boca com muita frescura, envolvente e requintado, parece que nada falha, untuosidade que se prolonga num final macio e longo a invocar notas de especiarias e frutos secos. Um vinho luxuoso que na altura do lançamento tinha um preço a rondar os 350€, hoje pela raridade o preço será sem dúvida mais alto. 97 pts
26 fevereiro 2019
Kopke Colheita 1937
Quando um vinho desta idade e respetiva complexidade nos cai no copo apenas nos resta o silêncio para que ele nos conte tudo aquilo que lhe vai na alma. Neste caso é um grandioso Colheita datado de 1937, muito complexo cheio de bálsamos, fruta passa (figo, ameixa) bem definida, toque guloso a recordar mel de esteva, caramelo com frutos secos num tom mais de amêndoa, madeira antiga. Envolto numa boa frescura que lhe dá vida, numa boca a preencher o palato de requinte, untuoso com fruto seco, muito equilibrio num final muito longo e delicioso. É o vinho perfeio para um fim de noite tranquilo enquanto se conversa com os amigos. O preço ronda os 490€ por garrafa, tendo neste caso sempre muita atenção para comprar sempre o engarrafamento mais recente, onde a vida e frescura estão mais presentes. 95 pts
13 fevereiro 2019
Barros Colheita 1950
De volta ao Vinho do Porto com mais um Barros Colheita, depois de já ter aqui colocado o Barros Colheita 1974 volto agora com o Colheita 1950 com o preço a rondar os 300€ a garrafa. Um vinho com rebordo ligeiramente esverdeado a indicar a idade, sente-se a complexidade a transbordar para fora do copo, melado com aroma cheio de frutos secos, madeira velha com ligeira nota fumada e até alguma austeridade em fundo. Grande elegância com frescura, profundo e envolvente conjunto a marcar o palato com sabores vincados mas ao mesmo tempo harmoniosos e delicados. Perfeito a acompanhar um bolo de noz com caramelo. 96 pts
24 abril 2018
Barros Colheita 1974
Em vésperas do 25 Abril, Dia da Liberdade, deixo a sugestão desta edição comemorativa, um Barros Colheita 1974. Num delicioso momento de forma, caracteriza-se pela elegância e delicadeza de todo o seu conjunto, rico na complexidade. Aroma dominado pelo aroma de frutos secos, muito bolo inglês acompanhado de caramelo salgado, madeira velha, conjunto com boa frescura e precisão. Na boca é mais seco e delicado, portanto menos untuoso e com menos "gordura" que outros vinhos do estilo, perde com isto largueza e presença. O preço ronda os 99€ e é um vinho para comemorar, sozinho ou com amigos, à liberdade. 93 pts
20 abril 2018
Cálem Colheita 1961
Fundada em 1859, por António Alves Cálem, a Porto Cálem manteve-se na mesma família durante quatro gerações e sempre prestou grande atenção à produção de Vinhos do Porto de qualidade, resultando num reconhecimento por parte de todo o Mundo do Vinho. Este Colheita 1961 é um belíssimo vinho a mostrar uma faceta mais seca no seu perfil. Aroma concentrado e envolvente, bastante coeso, cheio de notas de frutos secos, figo em passa, caramelo salgado com uma fina nota especiada. Na boca a mostrar um belo equilibrio com aquele toque envolvente das madeiras velhas, amêndoa torrada, muita frescura, ligeiro caramelo amargo, enorme final de boca de um vinho complexo, fresco e que gosta de ter tempo no copo para se mostrar. Preço a rondar os 160€. 95 pts
13 março 2018
Taylor’s 325º Aniversário
Em prova o vinho comemorativo dos 325 anos da Taylor´s onde se destaca a garrafa, um recriação baseada numa antiga garrafa (onion bottle) do final do século XVII, com data próxima da fundação da Taylor´s. O conteúdo é um Tawny Reserve criado a partir de uma rigorosa selecção de vinhos destinados aos futuros Tawnies de 10, 20, 30 e 40 anos. É um vinho consensual e de fácil abordagem, delicado e misturando a complexidade dos lotes mais velhos com a juventude dos lotes mais novos que parecem dominar o conjunto. Aroma de boa complexidade,com alguma fruta fresca (romã,cereja) e fruta passa (figo, laranja, cereja) a lembrar bolo inglês,grão de café e especiarias. Boca a condizer com tudo muito certinho, frescura com o centro bem arredondado e guloso, num final com alguma secura a mostrar-se apelativo e bastante directo. Continuo a achar que a garrafa acaba por tornar-se mais apelativa do que o vinho que lá vem dentro, mesmo custando como disseram no lançamento, uns "acessíveis" 35€. 91 pts
08 março 2018
Niepoort Colheita 1963
Saltou para a mesa no final do jantar, como tantas outras o têm feito, num momento de partilha para ir bebendo enquanto se conversava. Os colheita da casa Niepoort são muito provavelmente dos melhores que podemos encontrar nesta categoria de excelência e este é disso exemplo. Bouquet de compêndio no que aos aromas diz respeito, está tudo o que queremos, gostamos e esperamos encontrar num colheita com esta idade e deste gabarito. Acima de tudo com uma frescura que lhe dá vivacidade, não tanta como teria num engarrafamento mais recente, mas o vinho mostrou-se um verdadeiro gentleman. E por mais que seja o rodopio no copo a complexidade vai-se desdobrando, enorme persistência numa boca que ao mesmo tempo aconchega num embalo inicial fresco, untuoso e com caramelo salgado, para terminar com uma boa dose de secura. A garrafa já vazia ainda ali está guardada, para sempre que olhar para ela me lembrar daquela noite, dos amigos e das gargalhadas... porque a vida é para ser preenchida por momentos assim. 97 pts
05 janeiro 2018
Fonseca Tawny 10 Anos
Segundo informa a casa Fonseca, durante o mês de janeiro, depois de cada vindima, a Fonseca separa uma reserva de vinhos do Porto de qualidade Vintage, muito concentrados e potentes. Estes vinhos são selecionados fundamentalmente a partir das próprias quintas da empresa e avaliados segundo o seu potencial de envelhecimento. São estes vinhos que à medida que vão envelhecendo, vão ficando mais aloirados fruto do processo de oxidação no casco. Um Tawny 10 Anos é por isso um vinho cujo lote final tem uma média de permanência em casco de 10 anos, podendo haver lotes mais velhos e outros mais novos neste puzzle perfeitamente montado. Surge com notas de fruta em geleia, frescura com notas soltas de frutos secos, muito bolo inglês, madeira velha num todo muito elegante e cheio de energia. Boca com grande presença da fruta com ameixa em passa, fruto seco em segundo plano, grande equilibrio entre frescura/doçura num final seco e pronunciado. É um valor seguro entre os Porto 10 Anos, o preço ronda os 20€. 91 pts
04 janeiro 2018
Kopke Colheita 1965
A Casa Kopke, fundada em 1638 por Christiano Kopke, é a mais antiga casa de Vinho do Porto e faz parte desde 2006 da Sogevinus. Os Colheita desta casa são exemplo do que de melhor esta categoria de Vinho do Porto nos tem para mostrar. São vinhos capazes de tornar qualquer noite num momento único. Este Colheita 1965 é disso exemplo, com uma evolução no copo fascinante, tanto pela capacidade com que se desdobra em camadas de aromas e sabores, como pela qualidade e pureza daquilo que vai mostrando qual catálago bem aprimorado. O tom é aconchegante e ao mesmo tempo fresco, sempre num toque de caramelo salgado com tons de fruta passa e fruto seco torrado, licor, caixa de especiarias com notas de madeira velha... Na boca mostra-se luxuoso, com uma belíssima acidez que o envolve, tudo muito equilibrado num final interminável e sedutor. 97 pts
19 novembro 2017
Quinta do Noval Colheita 1937
O ano de 1937 foi marcado pela coroação do Rei George VI de Inglaterra, data em que a ponte Golden Gate (São Francisco) foi também inaugurada e J. R. R. Tolkien publica 'The Hobbit'. Apenas um vinho como este Quinta da Noval Colheita 1937 poderia estar à altura de tamanhos acontecimentos. Estrondoso tawny velho a mostrar uma fantástica complexidade, fruto seco, grande definição, especiarias, marmelada, caixa de tabaco e madeira velha. Palato luxuoso, com uma belíssima acidez. Tudo muito equilibrado com camadas de sabor que nos guiam num final interminável e sedutor. 97 pts
09 novembro 2017
Dalva Porto Colheita Branco 2007
A C. Da Silva é uma casa de forte tradição no Vinho do Porto, fundada em 1862, bem conhecida pelos seus fantásticos Golden White de 1952, 1963 e 1971. Em prova temos o Colheita White 2007 que será, daqui por uns largos anos em cascos, lançado na série Golden White. Por enquanto podemos deliciar-nos com esta versão mais jovem de aroma elegante e que mistura citrinos cristalizados e geleia dos mesmos, alperce, algum fruto seco a conferir untuosidade ao conjunto com fundo fresco e doce. É um vinho fantástico, o preço ronda os 25€, indicado para abrilhantar o final de uma refeição e também, uma entrada com o pé direio para quem desconhece este tipo de vinho. 93 pts
06 novembro 2017
Cálem Colheita 1989
Nasce nas Caves da Cálem este Colheita 1989, engarrafado em 2010, de aroma convidativo, complexo e sedutor. Marcado pelo fruto seco com alfarroba e figo em passa, muito coeso, ligeiro caramelo salgado, algum verniz e notas licoradas com folha de tabaco seco. Boca cheia de sabor, arredondado de inicio com fresco e prolongado final, onde a secura e a nota de fruto seco predomina, enquanto de inicio nos seduz com notas mais mornas e doces como as passas de figo. Grande harmonia e equilíbrio num conjunto de grande qualidade a dar muito prazer a solo ou à mesa. Compra-se por coisa de 45€ 94 pts.
31 outubro 2016
Graham´s Colheita 1982
Fundada em 1820, a Graham’s é uma empresa independente, detida a 100% pela família Symington, produtores de Vinho do Porto desde o século XIX e cujos antepassados estiveram na origem das primeiras exportações de Porto em 1652. Para assinalar o nascimento do novo príncipe britânico, George de Cambridge, a Graham´s engarrafou um Porto Colheita de 1982, ano de nascimento do duque e da duquesa de Cambridge – William e Kate. Uma edição comemorativa, muito limitada em termos de quantidade de garrafas, tem um PVP de 120€, formato garrafa 75 cl. O Porto Colheita 1982 envelheceu durante mais de 30 anos em cascos de carvalho avinhados, nas caves da Graham’s.
Sedutor de aroma, complexo e muito preciso nos aromas, com ligeiro toffee a envolver um conjunto de grande classe. Provado recentemente ao lado dos seus irmãos mais velhos, 1952, 1969 e 1972, mostra ser o mais sereno e calmo de todos, aquele onde a frescura se mostra menos espevitada dando uma prova muito elegante e envolvente, num registo mais rechonchudo e cheio de sabor. 94 pts
18 outubro 2016
Fernão de Magalhães Porto 10 Anos
Uma Adega Cooperativa forte, seja em que região for, ajuda de certo modo a nivelar a qualidade dos vinhos da região onde está inserida. Grandes exemplos como Adega de Borba, Vidigueira, Cartaxo, Cantanhede ou Monção, são autênticos portos de abrigo dos consumidores na hora da compra. Neste caso damos um salto ao Douro, mais propriamente à Adega Cooperativa de Sabrosa, de onde nos chega este Fernão de Magalhães Porto 10 Anos, preço a rondar os 9,50€. Desconhecia os seus vinhos, que se apresentam com o nome do navegador Fernão de Magalhães, nascido em Sabrosa, e pelo que mostraram foram uma boa surpresa, daquela que se pode vir a afirmar como a Adega Cooperativa de referência no Douro. Um Porto 10 Anos que se mostra dono de uma boa complexidade, nota de barrica velha com toque de fumo que cobre em certa medida os aromas de fruto seco e fruto em passa, algum caramelo. Dá uma prova com boa frescura e presença na boca, num estilo algo mais rústico e menos refinado que o de outras casas. Acompanhamento feliz com um bolo de noz. 89 pts
18 julho 2016
Frasqueira Soares Franco – Ramiro Magalhães – Vintage 1878
A segunda garrafa conta uma história diferente e que nos remete para o Vinho do Porto, também ostenta o nome Frasqueira Soares Franco cujo rótulo apenas mostra R.M 187X. Dada a idade das duas garrafas o tempo encarregou-se de comer grande parte dos rótulos e com eles a sua preciosa informação, no Madeira salvou-se a data numa fita de papel e neste Vinho do Porto ainda lhe resta algo de contra rótulo. Confirma-se posteriormente que as iniciais remetem para Ramiro Magalhães, um antigo comerciante de Vinho do Porto que morava no Bombarral. Ramiro Magalhães foi homem importante na sua terra, grande negociante de vinhos que para o seu tempo teria sido dos primeiros a ter automóvel e motorista. No contra rótulo consegue-se vislumbrar que o número que falta ficando o ano completo deste Vintage de 1878, o último ano pré filoxera. Neste caso não haverá muito mais a dizer, a informação restante apenas nos remete para o ano em causa que foi considerado ano clássico de Vintage.
Frasqueira Soares Franco – Ramiro Magalhães – Vintage 1878: Um Vintage com 138 anos de vida, sim disse vida porque apesar de a tonalidade lembrar um tawny velho é notável a frescura e a definição aromática. Muito preciso e delicado, enorme elegância com aromas a fazer lembrar tabaco doce, especiarias finas, casca de laranja cristalizada, fruta em passa com tâmaras, conjunto acolhedor e ligeiramente untuoso. No palato entra guloso, untuoso e com bom volume de boca, ligeiro vinagrinho, é quase como um berlinde doce e fresco que se vai desfazendo no palato até que apenas resta um fino e prolongado final de boca. Majestoso.
29 junho 2016
Ferreira Porto LBV 2011
Para todos aqueles que procuram um Vinho do Porto de qualidade bem acima da média, mas que para isso não se tenha de pagar a pequena fortuna que custa um Vintage, o Late Bottled Vintage é a escolha ideal. Este Vintage de engarrafamento tardio ( LBV) consegue conquistar facilmente os consumidores, a qualidade é alta como é disso exemplo este Ferreira LBV 2011 (Sogrape). Por coisa de 15€ em grande superfície comercial levamos para casa um Vinho do Porto com aroma carregado de fruta vermelha/negra bem madura, com aroma a mostrar alguma irreverência/austeridade própria da juventude, ervas do monte, boa combinação entre os aromas mais adocicados e a frescura do conjunto. De sabores vincados, mostra a garra da sua jovialidade onde a fruta explode de sabor na boca, zimbro, amoras, chocolate negro em contraste com as especiarias e um lado mais vegetal e seco que tem no prolongado final. 93 pts
08 junho 2016
Graham's 20 Anos
Um Tawny 20 Anos será muito provavelmente uma das minhas grandes perdições, o que "quase me obriga" a ter sempre que posso uma garrafa aberta aqui por casa. De perfil nem muito jovem nem muito velho, é perfeito para o fim da refeição ou simplesmente capaz de preencher aquele momento de merecido descanso ao final da noite no sofá. O lote pode variar com maior ou menor percentagem de vinho velho, com a paleta de aromas e sabores a mostrar isso mesmo, quanto mais velhos os vinhos que entram no lote mais complexo e refinado o vinho se mostra, e isso é algo que se reflecte no preço final. Neste caso ronda os 36€ por garrafa, o que o coloca com uma enorme relação preço/satisfação dentro da oferta dos Tawny 20 Anos. Conquista pelo misto de untuosidade/frescura, rico na complexidade com aromas envolventes e de tom morno, fruta passa (tâmaras,damasco), especiaria doce, ligeiro fruto seco torrado... A prova de boca é de belíssima presença, afirmativo e ao mesmo tempo de enorme elegância, roliço e com boa frescura, enche o palato de sensações, terminando longo e persistente. 94 pts
30 maio 2016
Blackett Porto 20 Anos
Depois de já ter aqui referido o Blackett 30 Anos (Alchemy Wines), surge o 20 Anos que é uma verdadeira perdição. Balanço perfeito entre a energia da juventude e a sabedoria que só a idade sabe trazer, com tudo isto o resultado só pode ser muito bom. Maior presença dos frutos secos com toque de caramelo, amplo e untuoso, bem fresco, tudo a mostrar capacidade de nos cativar mais e mais. Conquistador no palato pela harmonia que mostra, ligeiramente mais seco embora com uma presença mais duradoura. É um Porto 20 Anos de grande nível, preço a rondar os 50€, que entra para o lote dos meus favoritos. É daqueles vinhos criados para acompanhar aqueles momentos só nossos, no sofá a ouvir o nosso cd favorito ou a ler o livro que nos agarra e que só o conseguimos largar quando termina, até à série que acompanhamos religiosamente ao final da noite. 94 pts
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