A Casa Kopke, fundada em 1638 por Christiano Kopke, é a mais antiga casa de Vinho do Porto e faz parte desde 2006 da Sogevinus. Os Colheita desta casa são exemplo do que de melhor esta categoria de Vinho do Porto nos tem para mostrar. São vinhos capazes de tornar qualquer noite num momento único. Este Colheita 1965 é disso exemplo, com uma evolução no copo fascinante, tanto pela capacidade com que se desdobra em camadas de aromas e sabores, como pela qualidade e pureza daquilo que vai mostrando qual catálago bem aprimorado. O tom é aconchegante e ao mesmo tempo fresco, sempre num toque de caramelo salgado com tons de fruta passa e fruto seco torrado, licor, caixa de especiarias com notas de madeira velha... Na boca mostra-se luxuoso, com uma belíssima acidez que o envolve, tudo muito equilibrado num final interminável e sedutor. 97 pts
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04 janeiro 2018
03 dezembro 2017
José Maria da Fonseca 'Trilogia' Moscatel de Setúbal

A José Maria da Fonseca é o mais antigo produtor de Moscatel em Portugal sendo os vinhos desta casta um dos seus patrimónios mais raros e preciosos que remonta a 1834. O Trilogia é a todos os níveis um vinho único e muito especial, mas também irrepetível, resultante de três das melhores colheitas do século XX, 1900, 1934 e 1965. Os vinhos que dele fazem parte envelheceram em pipas usadas de carvalho até à data do primeiro engarrafamento, foram cerca de 14.000 garrafas que se colocaram no mercado em Outubro de 1999. Agora restam apenas 2400 desta edição rara e especial, que saltam para o mercado com nova imagem e preço a rondar os 300€.
Mas e o que podemos esperar de um vinho como este quando nos cai no copo ? Denso, untuoso, carregado de caramelo e notas de passas de fruta, melaço, frutos secos e a meio termo o toque de vinagrinho para espevitar o nariz, muita harmonia entre acidez/doçura que convidam a sempre mais um trago. A complexidade deste vinho é tremenda sendo capaz de um copo perfumar toda a sala de jantar, muito tabaco, terciários de luxo tal como a prova de boca com uma entrada cheia de força, untuosidade e quase que se mastiga num final interminável. É um vinho que nos faz esquecer do tempo e são poucos os que o conseguem fazer. 99 pts
04 fevereiro 2016
José Maria da Fonseca Trilogia
A José Maria da Fonseca é o mais antigo produtor de Moscatel em Portugal sendo os vinhos desta casta um dos seus patrimónios mais raros e preciosos que remonta a 1834. Para celebrar a entrada neste século foi criado um vinho único e muito especial, o Trilogia, resultante de três das melhores colheitas do século XX, 1900, 1934 e 1965. Os vinhos que dele fazem parte envelheceram em pipas usadas de carvalho até à data de engarrafamento, foram cerca de 14.000 garrafas que se colocaram no mercado em Outubro de 1999. O preço tem vindo a subir , na loja online do produtor vende-se a 138€ uma vez que a quantidade disponível cada vez é mais reduzida. E o que podemos esperar de um vinho como este quando nos cai no copo ? Denso, untuoso, carregado de caramelo e notas de passas de fruta, melaço, frutos secos e a meio termo o toque de vinagrinho para espevitar o nariz, muita harmonia entre acidez/doçura que convidam a sempre mais um trago. A complexidade deste vinho é tremenda sendo capaz de um copo perfumar toda a sala de jantar, muito tabaco, terciários de luxo tal como a prova de boca com uma entrada cheia de força, untuosidade e quase que se mastiga num final interminável. É um vinho que nos faz esquecer do tempo e são poucos os que o conseguem fazer. 99 pts
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