Copo de 3

31 dezembro 2006

PROVA Quinta dos Quatro Ventos Reserva 2001

Produzir vinhos de elevada qualidade nas regiões onde se tem adegas é algo que não está ao alcance de todos, as Caves Aliança será um exemplo do que falo pois conseguem ter uma gama de vinhos invejável, do Douro ao Alentejo, passando pelo Dão até às Beiras... onde a qualidade e a respectiva relação preço/qualidade são uma realidade nos seus vinhos e ainda bem.
Em prova está o topo de gama das Caves Aliança no Douro, depois de um Quinta dos Quatro Ventos que tem feito as delícias dos consumidores, o primeiro Reserva foi lançado com a colheita de 2001 (já anda no mercado a de 2002) e colocado numa pesada e imponente garrafa, foram engarrafadas 15,753 garrafas a um preço que ronda os 30€.

Quinta dos Quatro Ventos Reserva 2001
Castas: 50% Tinta Roriz 35% Touriga Nacional e 15% Tinta Barroca - Estágio: 14 meses Carvalho Francês - 13,5% Vol.

Tonalidade granada escuro de concentração média/alta.
Nariz de boa intensidade com fruta negra e vermelha bem madura e com alguma compota tudo de excelente qualidade, a ligação com a madeira está muito bem conseguida, inicialmente alguma baunilha e torrado com anotação de ligeiro balsâmico em fundo com toque vegetal, as notas derivadas do estágio em madeira aparecem com o passar do tempo no copo, quando é bom vale a pena esperar, caramelo de leite, cacau em pó, tabaco, tudo acompanhado de uma brisa fresca e especiada.
Boca de grande arquitectura, acidez a dar frescura suficiente, fruta em compota em companhia de caramelo, café, tabaco, especiaria, fino, elegante e macio, a proporcionar uma grande passagem pela boca onde tudo se mostra bastante afinado e no seu devido sítio, final médio/longo com boa persistência.

Este continua a ser um dos grandes vinhos de Portugal, a ligação fruta/madeira é de realçar tal como o nível do seu bouquet, tem tudo no seu sítio e mostra-se com taninos mais que domesticados, num ponto alto da sua forma é um vinho que dá um enorme prazer durante a prova. A excelência do Douro num copo de vinho.
18,5

PROVA Campolargo Bical 2004

Se pensarmos em inovação e em Bairrada, certamente que o nome Campolargo se encaixa perfeitamente.
Entre os inúmeros vinhos que já conta na sua lista, obviamente que cada um merece destaque a solo e com a devida e merecida prova, destaco neste momento um branco, o Campolargo Bical 2004 não é um branco qualquer, com uma reduzida produção (1630 garrafas) este vinho foi considerado pela sua qualidade e também por ser diferente (como são todos os vinhos deste produtor, o que só temos de agradecer) como um dos melhores brancos de Portugal pelo crítico João Paulo Martins num dos seus últimos guias.

Campolargo Bical 2004
Castas: 100% Bical - Estágio: fermentado em madeira oriunda de Bordéus - 13% Vol.

Tonalidade amarelo dourado de leve concentração, ligeiramente glicérico.
Nariz com entrada de boa intensidade, fruta bem madura em pleno destaque com flores de segundo plano, nota-se frescura no conjunto aliada a suaves notas de baunilha com torrados muito elegantes, em segundo plano podemos encontrar um aroma que lembra chá com mel em fundo de flores como já tinha sido dito.
Boca com entrada de corpo médio, acidez presente e a dar boa frescura ao vinho, bela passagem de boca, ligeira fruta em calda dá a noção de ligeira untuosidade presente com leve floral e mineral, a frescura acompanha até ao final que se mostra com boa persistência.

Um vinho diferente sem dúvida, tudo bem alinhado e a cumprir o seu papel, pelo preço de 8€ vale bem a pena conhecer este vinho, que se não é dos melhores de Portugal anda lá perto.
16,5

30 dezembro 2006

PROVA AZAMOR Petit Verdot 2004

É mais um vinho deste recente produtor, relembro que se lançou o seu primeiro vinho da colheita de 2003, e entram agora no mercado os da colheita de 2004.
Mas este vinho é especial pelo motivo que representa o primeiro varietal de Petit Verdot pelas terras do Alentejo, em Portugal contam-se apenas 3 varietais desta casta, um situado na Bairrada outro no Ribatejo e este no Alentejo.
Este vinho já tinha sido provado em amostra juntamente com os responsáveis pelo projecto, foi dado a provar novamente aos participantes do último jantar do Copo de 3 e chega agora a vez de ser aqui colocada a respectiva nota de prova.

Azamor Petit Verdot 2004
Estágio: 50% estagiou 12 meses em carvalho francês - 13,5% Vol.

Tonalidade ruby escuro de média concentração.
Nariz de intensidade média, destaque inicial para a fruta bem madura, seguido de toque herbáceo e especiarias (pimenta verde), ervas aromáticas tudo em grande sintonia com as notas derivadas do estágio em madeira, inicialmente com baunilha abre para torrados, fumo, caramelo de leite, tabaco presente mas muito suave com cacau ligeiro, tudo em harmonia bem interligado dando grande envolvência ao conjunto, final com lembrança de musgo com ligeiro toque balsâmico.
Boca com entrada fresca e lado vegetal em ligeiro destaque, fruta em segundo plano mostrando-se madura e de bom nível, suavidade e elegância com boa estrutura em que a acidez presente dá uma frescura muito agradável que nos acompanha durante toda a prova de boca, no final apresente um pequeno toque de secura vegetal, com balsâmico ligeiro em final mineral, em final médio/longo.

Um vinho onde a fruta e vegetal estão lado a lado mas o segundo se tenta impor de maneira muito civilizada, o trabalho de madeira está muito agradável dando uma bela envolvência ao conjunto, tornando-o bastante apetecível.
A consumir agora e tentar resistir às que tenha guardadas, preço a rondar os 12€.
17

29 dezembro 2006

PROVA Coop Borba Touriga Nacional & Syrah 2005

A Coop de Borba nos últimos anos tem acostumado os consumidores a uma série de varietais e bi-varietais coroados de sucesso, vinhos acima de tudo com uma boa relação preço/qualidade em que alguns se destacam mais de outros, alguns vão ficando outros vão variando conforme o ano de colheita, neste caso temos um bi-varietal feito com Touriga Nacional e Syrah.

Coop Borba Touriga Nacional & Syrah 2005
Castas: Touriga Nacional e Syrah - Estágio: 4 meses em carvalho francês e americano - 13% Vol.

Tonalidade ruby escuro de mediana concentração.
Nariz com boa intensidade, conjunto de fruta vermelha bem madura e floral (violetas) bem presente, tudo muito fresco e directo ao nariz, ligeiro toque especiado com ligeira baunilha e torrado, tudo muito bem colocado e pronto a dar uma boa prova.
Boca com estrutura mediana, frescura suficiente, equilibrado e a precisar de afinar alguns taninos mais mariolas, apesar de tudo mostra suavidade no palato com fruta presente, persistência média com ligeira secura vegetal no final.

Um vinho que se mostra pronto a ser consumido, mas que vai ganhar claramente com um tempo na garrafeira para amaciar alguns taninos mais traquinas que por lá aparecem. É mais um bom bi-varietal da Coop de Borba a um preço que ronda os 7€
15

28 dezembro 2006

PROVA Herdade do Portocarro 2003

Paixão pela diferença, este é o lema deste novo produtor das Terras do Sado.
Segundo o que se pode ler no seu press release, os vinhos da Herdade do Portocarro possuem uma personalidade de grande intensidade e complexidade, associada a uma extraordinária elegância e frescura. Elegância e frescura provenientes do seu «terroir», a principal característica que os distingue e tornam diferentes.
Uma diferença que se sente numa região apaixonante, na paixão do produtor José da Mota Capitão, e na paixão pela forma de produção.
Situada na região demarcada «Terras do Sado», junto à aldeia de São Romão, local de romagem a caminho de Santiago de Compostela, entre Álcacer do Sal e o Torrão.

Herdade do Portocarro 2003
Castas: Aragonez, Alfrocheiro e Cabernet Sauvignon. - Estágio: Carvalho Francês - 13,5% Vol.

Tonalidade ruby escuro de mediana concentração.
Nariz de intensidade média alta, fruta bem presente bem madura e de grande qualidade, ligeira geleia de morango com alguma marmelada, com o tempo surge baunilha seguida de elegantes torrados derivados da madeira, leve balsâmico de fundo com flores, fresco com ligeiro vegetal e balsâmico com toque especiado em conjunto muito bem conseguido e cativante.
Boca com boa estrutura, entrada fresca e com suavidade, fino e elegante na boca, sensação de cremosidade com algum doçura, fruta presente em boa quantidade em conjunto com marmelada, compota e compota, algum tabaco e torrado suave em final mediano.

Um vinho muito equilibrado e afinado, que dá bastante prazer durante a prova, de realçar que uma decantação prévia é muito bem vinda, um vinho que se mostra pronto a ser consumido apesar de não virar costas a mais um tempinho de garrafa, é sem dúvida alguma um produtor a seguir com atenção nos próximos lançamentos e uma das boas revelações do ano no panorama nacional. 16

Como novidade apresento a nota de prova do próximo Herdade do Portocarro, neste caso a sua versão 2004 que deverá ser lançado no mercado em Março-Abril deste ano.

Herdade do Portocarro 2004 (amostra)

Tonalidade ruby escuro de concentração média/alta.
Nariz com aroma inicialmente um pouco escondido, mostra-se um vinho ainda em obras, ligeiramente mais rústico que o 2003, algo compreensível mas que passa com o tempo, com este mesmo tempo surgem notas de madeira já a mostrar-se bem trabalhada com a fruta de boa qualidade, a baunilha a tosta, café, fumo e chocolate preto mostram-se de boa qualidade em conjunto com herbáceo e balsâmico fino, leve especiaria. Tudo no seguimento da colheita anterior.
Boca a mostrar boa estrutura, cremosidade já em boa percentagem, algum álcool ainda por se ajustar, fruta madura, ligeiro verdasco no final.

Apesar de tudo dá para ver que temos um 2004 no seguimento do belo 2003 provado anteriormente, falamos a quando do seu lançamento para nova prova, para já fica com 15,5

27 dezembro 2006

PROVA Quinta do Alqueve - Brancos

É uma das casas de referência no que toca a vinhos do Ribatejo, a Quinta do Alqueve conta com uma completa gama de vinhos dos quais se destacam os dois varietais brancos aqui provados:

Quinta do Alqueve Fernão Pires 2005
Casta: Fernão Pires - Estágio: Inox - 13,5% Vol.

Tonalidade amarelo citrino muito leve, com toques esverdeados.
Nariz de boa intensidade, sem deslumbrar mostra-se correcta, com fruta tropical (abacaxi) e citrinos (anona), mostra alguma frescura de conjunto em companhia de um fundo que lembra uma mistura de aniz branco com ligeiro fumo.
Boca com boa entrada, corpo médio, suave e com acidez de bom tom, final mineral e de persistência média.

Um pouco fora do perfil Fernão Pires que podemos encontrar noutros vinhos, com pouca exuberância, suave e discreto um vinho que não desperta grandes amores. 14,5

Quinta do Alqueve Chardonnay 2005
Castas: Chardonnay - Estágio: não indicado - 14% Vol.

Tonalidade a mostrar um suave dourado, de mediana concentração.
Nariz com claro destaque para a fruta tropical, citrino e ligeira sensação de amanteigado durante a prova, o fundo é mineral tudo muito bem ligado com frescura presente e uma leve baunilha que abraça todo o conjunto.
Boca com corpo médio, ligeiro pico na boca, fruta tropical presente na boca em sintonia com alguma untuosidade e cremosidade, acidez a dar boa dose de frescura, final de boca com nova presença de fruta (citrino) e mineral.

Um dos bons exemplares da casta Chardonnay em Portugal, com a madeira muito bem integrada com a fruta, é uma pena que estes vinhos não sejam fáceis de encontrar principalmente no interior de Portugal. 15,5

26 dezembro 2006

PROVA Herdade Paço do Conde Reserva 2004

Chegou o momento de provar o topo de gama da Sociedade Agrícola Encosta do Guadiana Lda , que depois de um Reserva 2003 que deu que falar lança o Reserva 2004.

Herdade Paço do Conde Reserva 2004
Castas: Syrah, Touriga Nacional, Aragonez, Cabernet Sauvignon - Estágio: 10 meses carvalho Francês - 14,5% Vol.

Tonalidade ruby escuro de concentração média/alta.
Nariz com boa entrada, mostrando boa intensidade de aromas com destaque para a fruta bem madura com ligeira compota (marmelada e geleia de morango) em conjunto com ligeira baunilha, alguma doçura presente no conjunto durante a prova, abre para torrados, café, tabaco, vegetal e um especiado de fundo em companhia de ligeiro balsâmico, tudo muito bem acondicionado num conjunto se mostra bastante apelativo neste momento e vai melhorar com algum tempo de estágio.
Boca a mostrar empatia com a prova de nariz, de corpo mediano dá uma boa prova, mostrando-se afinado, redondo, algo guloso, tabaco, compota, frescura presente com balsâmico de fundo, persistência média/alta.

Um vinho que dá bastante prazer durante toda a prova, tudo muito afinado e muito certinho, madeira muito bem colocada ao lado da fruta, um vinho que apetece beber e se torna um bom companheiro da mesa. Preço a rondar os 9€. 16,5

PROVA Herdade da Figueirinha Pinot Noir 2005

Se à coisa de uns anos atrás alguém viesse dizer que em Beja se ia lançar um Pinot Noir o mais certo era começar a rir, mas a verdade é que aqui está ele:

Herdade da Figueirinha Pinot Noir 2005
Casta: 100% Pinot Noir - Estágio: 6 meses em Carvalho Americano e Francês - 13,5% Vol.

Tonalidade granada de média concentração.
Nariz com inicio a mostrar fruta muito madura de boa qualidade (amora, framboesa, cereja), abrindo para caramelo com torrados leves, cacau, torrados... mostra ligeira frescura com toque vegetal, madeira bem casada com o fruto, especiarias (canela).
Boca com boa estrutura, nada de grandes complexidades antes pelo contrário, temos um vinho pelo equilíbrio e a dar uma boa prova de boca, redondo e acetinado com fruta presente e acidez correcta a dar frescura necessária ao vinho.

Enquanto provava este vinho pensava, mas que bela surpresa sim senhor, desligando-me se este vinho é ou não melhor que alguns da Borgonha ou da California ou de alguns da África do Sul, simplesmente deixei-me levar por todos os seus encantos, é um vinho que deu uma bela prova mostrando a sua maneira de ser, um Pinot com raça Alentejana claramente uma aposta ganha e que com um preço que não entra em loucuras ,ronda os 6€, mostra-se uma excelente compra. 16

PROVA Herdade da Figueirinha Syrah 2004

De este recente projecto da zona de Beja, saiu este varietal Syrah com um total de 10.500 garrafas.

Herdade da Figueirinha Syrah 2004
Castas: 100% Syrah - Estágio: não indicado - 13,5% Vol.

Tonalidade ruby escuro de média concentração.
Nariz de aroma de média intensidade, início com algum químico que com o passar do tempo e algum repouso nos deixa para dar lugar a um aroma de baunilha e cacau muito leve, com tabaco e fruta muito madura com ligeira especiaria a marcar presença, em fundo leve vegetal com atenuantes balsâmicas (mentol) responde à chamada envolto em ligeiro fumo.
Boca de corpo mediana sem grande concentração, fresca e especiada ao de leve, entrada com fruto ligeiro em companhia de alguma secura vegetal de fundo, persistência mediana.

É um vinho que não nos deixa mal, mostra qualidade e vontade de se mostrar apesar de se mostrar longe do perfil de outros Syrah que podemos encontrar no Alentejo, o preço ronda os 6€ o que o torna uma boa opção para o dia a dia. 15

PROVA Rose Creek Sauvignon Blanc 2005

É um vinho que foi comprado no Lidl, a sua proveniência é a Nova Zelândia mais propriamente da zona de Marlborough.

Rose Creek - Marlborought - Sauvignon Blanc 2006
Castas: 100% Sauvignon Blanc - Estágio: Inox - 12,5%

Tonalidade amarelo citrino com leve rebordo esverdeado.
Nariz com boa intensidade e frescura, ao primeiro contacto denota aromas de fruta tropical onde a manga madura se destaca com algum maracujá ao seu lado, toque de erva fresca e ligeiro mineral no fundo, em segundo plano dá a sensação de ligeira doçura ainda que muito leve.
Boca a dar boa prova, fruta mais uma vez presente se bem que em menor quantidade, redondo, falta-lhe mais corpo e mais acidez, que apesar de presente dá ligeira frescura ao vinho com mineral de fundo com persistência média.

É um vinho claramente diferente dos que por cá estamos acostumados, alguns até lhe chamaram um vinho para senhoras, pode não ser muito complexo mas encontra-se bem feito e pronto para dar uma prova agradável, em minha opinião seria mais vinho para beber durante o tempo quente de Verão se bem que acompanha muito bem uma salada com «bichos do mar» na companhia de amigos em amena cavaqueira.
Não é um dos melhores exemplares de Sauvignon Blanc mas também não é dos piores, pelos quase 6€ que custa vale a pena experimentar. 14,5

25 dezembro 2006

Feliz Natal



O Copo de 3, deseja a todos os leitores deste espaço e respectivas famílias, um Santo e Feliz Natal.

18 dezembro 2006

Sugestões para o Natal...

Está cada vez mais perto o dia em que costumo receber aqueles presentes que tanto gosto e que nunca consigo comprar nos outros dias do ano, pares de meias, (curioso que deve ser a noite do ano em que se oferecem mais pares de meias a nível Mundial), pijamas ou a simpátia da caneta que o mais tardar vai parar dentro de uma gaveta e juntar-se ao monte que por lá mora... sim, estou a falar do Natal.
Esse dia que cada vez mais é ofuscado pelo negócio, pelo peso das publicidades... enfim, serve para encher a criançada de prendas, enquanto os mais velhos se ficam por umas garrafitas de vinho, ou respectivos destilados...
Sem dúvida que o Natal é um momento especial para reunir a família, nem que seja uma vez por ano, mas é a que sabe bem, e é nestes momentos que são sempre bem vindos alguns vinhos, tanto brancos como tintos e alguns generosos.

O Copo de 3 deixa aqui uma pequena lista de vinhos que podem acompanhar na perfeição a seia de Natal, deixo 3 pequenas listas com várias sugestões, uma delas com vinhos que facilmente se encontram nas grandes superficies comerciais para pessoas que procurem boas relação preço/qualidade sem gastar muito dinheiro e fáceis de encontrar, as outras como será óbvio com vinhos mais caros e em que alguns casos o melhor é procurar nas garrafeiras especializadas...

Vinhos até 10€
Brancos
Quinta de Cidrô Chardonnay Reserva 2004
Castello D´alba Reserva 2005
Fonte Mouro Colheita Seleccionada Branco 2004
Esporão Reserva 2005

Tintos
Azamor 2004
Quinta dos Quatro Ventos 2004
Prazo de Roriz 2003
Quinta da Garrida Touriga Nacional Reserva 2003

Generoso
Bacalhoa Moscatel 1996

Vinhos de 10€ até 20€
Brancos
Quinta dos Roques Encruzado 2005
Campolargo Arinto 2005
Esporão Private Selection Branco 2005
Redoma 2005

Tintos
Evel Grande Escolha 2003
Casa de Sabicos Reserva 2004
Herdade das Servas Touriga Nacional 2003

Generoso
José Maria da Fonseca Moscatel 20 anos 500ml

Vinhos a + de 20€
Brancos
Redoma Reserva 2005

Tintos
Esporão Private Selection 2003
Hexagon 2004
Anima L4
Charme 2004

Generoso
Poças Vintage 1996
 
Powered By Blogger Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Portugal License.