Antes de tudo, desejo a todos um Feliz Ano 2013, dentro do possível e sempre com muita saúde e alegria. Feitos os votos deixo uma notinha sobre um clássico das nossas mesas, pelo menos da minha, vinho com história, de invejável consistência qualitativa que apresenta uma invejável capacidade de guarda e respectiva evolução em garrafa. Será talvez, direi que sim, o melhor exemplar de Cabernet Sauvignon (com uma pitada de Merlot) a ser feito em Portugal, aquele que dá um piscar de olhos ao perfil mais bordalês num Cabernet maduro de bom. A colheita em causa é 2005, o 2010 já anda no mercado, mas é neste 2005 um vinho a caminho dos 8 anos de idade que se mostrou em invejável forma, pleno de todas as suas faculdades e a proporcionar uma prova cheia de finesse, cujo preço ronda os 15€.
É naquele rótulo com lamiré de um qualquer chateau de Bordéus que tudo começa, o facto do rótulo ser dos poucos clássicos que resiste à tentadora mudança dos tempos modernos é de louvar, o que mora lá dentro vai ao encontro do esperado, um vinho que se bebe com enorme prazer, com muita fruta na forma de bagas, apimentado, laivo de grafite com a baunilha leve misturada no conjunto maduro, todo ele bem delineado e fresco, elegância e harmonia. Na boca repete e segue a mesma linha condutora do nariz, o travo a especiaria com elegância e frescura, delicadeza e boa presença no palato a deixar sensação de secura no final que pede mesa. É vinho que não pesa, que se bebe tão bem que depois da primeira podia vir a segunda, vinho que mostra a razão pela qual vale a pena esperar um pouco mais por ele. 93pts
É naquele rótulo com lamiré de um qualquer chateau de Bordéus que tudo começa, o facto do rótulo ser dos poucos clássicos que resiste à tentadora mudança dos tempos modernos é de louvar, o que mora lá dentro vai ao encontro do esperado, um vinho que se bebe com enorme prazer, com muita fruta na forma de bagas, apimentado, laivo de grafite com a baunilha leve misturada no conjunto maduro, todo ele bem delineado e fresco, elegância e harmonia. Na boca repete e segue a mesma linha condutora do nariz, o travo a especiaria com elegância e frescura, delicadeza e boa presença no palato a deixar sensação de secura no final que pede mesa. É vinho que não pesa, que se bebe tão bem que depois da primeira podia vir a segunda, vinho que mostra a razão pela qual vale a pena esperar um pouco mais por ele. 93pts
| Bochechas de Novilho estufadas em vinho tinto by Restaurante São Rosas |



