Lançado o 8º desafio Prova à Quinta pelo blog Vinho da Casa, e como o mesmo não referia o tipo de vinho a provar, tomei a liberdade de descer até à minha garrafeira e procurar algo que fosse diferente e de certa maneira entusiasmante.
Confesso que todas as garrafas que lá coloco as considero especiais, são aqueles vinhos que eu
gosto e que tento guardar o melhor possível. Digamos que tenho gosto em guardar vinho, obter o melhor que cada um tem para me dar, nem que tenha de esperar alguns anos para que tal aconteça.
Esta garrafa que agora aqui coloco a nota de prova, era daquelas que já por lá andava faz muitos anos, mostrava-se coberto de teias de aranha e pó, bonita imagem quando se fala de uma garrafa de Vintage velho.
A garrafa foi chamada ao activo dois dias antes, colocada em sentido para dar tempo a que o depósito presente ficasse estabilizado no fundo da garrafa.
A rolha mostrou-se num estado crítico, saiu inteira mas completamente infiltrada, sendo o vinho servido a 14ºC.
Cockburn´s Vintage 1960
Tonalidade a apresentar-se com uma tonalidade âmbar com toques acobreado e ligeiramente glicérico.
Nariz bem equilibrado e elegante em tudo aquilo que transmite, frescura evidente com ligeiro toque iodado. Fruta presente mas com sensações de frutos secos e especiarias, leve melado semelhante ao da fruta cristalizada, flor de laranjeira com notas de madeira de móvel antigo, caixa de charutos. Tudo isto é transmitido ao longo de uma brisa suave e fresca, com leve toque de açúcar queimado no final.
Boca com entrada fina e elegante, grande equilíbrio apesar de não se mostrar com grande estrutura. Toque melado com a madeira de móvel antigo presente, acidez presente a dar frescura durante a passagem de boca, tabaco no final com claro arredondamento, frutos secos e uma persistência alta.
Temos um Vintage com 47 anos de vida, idade suficiente para meter respeito e consideração... apesar de tudo mostrou um ligeiro toque de desgaste. Pela tonalidade apresentada não se pode comparar com um vintage novo, aqui o que se mostra é uma tonalidade diferente e aproximada à de um tawny datado.
De todas as maneiras não deixa de ser um Vintage que deu muito prazer no acto da prova e acompanhou em grande estilo um bolo de noz.
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Confesso que todas as garrafas que lá coloco as considero especiais, são aqueles vinhos que eu
Esta garrafa que agora aqui coloco a nota de prova, era daquelas que já por lá andava faz muitos anos, mostrava-se coberto de teias de aranha e pó, bonita imagem quando se fala de uma garrafa de Vintage velho.
A garrafa foi chamada ao activo dois dias antes, colocada em sentido para dar tempo a que o depósito presente ficasse estabilizado no fundo da garrafa.
A rolha mostrou-se num estado crítico, saiu inteira mas completamente infiltrada, sendo o vinho servido a 14ºC.
Tonalidade a apresentar-se com uma tonalidade âmbar com toques acobreado e ligeiramente glicérico.
Nariz bem equilibrado e elegante em tudo aquilo que transmite, frescura evidente com ligeiro toque iodado. Fruta presente mas com sensações de frutos secos e especiarias, leve melado semelhante ao da fruta cristalizada, flor de laranjeira com notas de madeira de móvel antigo, caixa de charutos. Tudo isto é transmitido ao longo de uma brisa suave e fresca, com leve toque de açúcar queimado no final.
Boca com entrada fina e elegante, grande equilíbrio apesar de não se mostrar com grande estrutura. Toque melado com a madeira de móvel antigo presente, acidez presente a dar frescura durante a passagem de boca, tabaco no final com claro arredondamento, frutos secos e uma persistência alta.
Temos um Vintage com 47 anos de vida, idade suficiente para meter respeito e consideração... apesar de tudo mostrou um ligeiro toque de desgaste. Pela tonalidade apresentada não se pode comparar com um vintage novo, aqui o que se mostra é uma tonalidade diferente e aproximada à de um tawny datado.
De todas as maneiras não deixa de ser um Vintage que deu muito prazer no acto da prova e acompanhou em grande estilo um bolo de noz.
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1 comentário:
¡Bonito Vintage antiguo! Lástima que lo encontraras algo apagado. Mi Vintage más antiguo es un Graham's de 1970, y sueño con el día en que lo abriré.
abraços
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