Copo de 3: Anibal Coutinho Wines
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02 maio 2019

Astronauta Moscatel do Douro

Da parceria entre o enólogo Aníbal Coutinho e a Adega de Alijó, nasce este Moscatel Galego Dourado, fruto de um lote de vários anos. O preço mais uma vez a tornar apelativa a compra, ronda os 8€, e o que temos na garrafa é um Moscatel do Douro alegre, fresco e cheio daqueles aromas que invocam compotas de laranja, leve tropical mas com floral pelo meio. É um vinho com corpo mediano mas envolvente e que conjuga bem a frescura com o toque doce sem ser em demasia, perfeito para aqueles dias de calor a acompanhar uma boa torta de laranja. 89 pts

19 março 2019

Astronauta Moscatel Galego 2017

Vem do planalto de Alijó o Moscatel Galego (Douro) com que Aníbal Coutinho criou este vinho de preço a rondar os 6€. Um branco fresco e algo contido de aromas, muito preciso e envolto num delicado perfume de camomila, citrinos com ligeiro rebuçado de mentol, todo ele bem equilibrado. Boca a dar uma boa dose de frescura num perfil claramente a pedir mesa, pratos mais delicados na mais alargarda vertente de tapas e canapés que ligam bem com toda a acidez e aromas mais delicados.  88 pts

22 fevereiro 2019

Astronauta Baga Bruto 2015


Seguimos com os Austronauta de Aníbal Coutinho, desta vez em parceria com as Caves da Montanha (Bairrada) foi criado este Astronauta Baga Bruto 2015. Um espumante com preço de 7,50€ que estagiou por longos meses antes do dégorgement. O perfil é gastronómico, muito focado na fruta com boa frescura, amplo com travo ligeiro de cremosidade. Boa secura de boca, fruta de caroço, algumas bagas mais ácidas a marcarem o caminho, ligeirinho na mousse com final a mostrar secura e até alguma austeridade que o faz pedir mesa, peixe/marisco na grelha por exemplo. 90 pts

05 fevereiro 2019

Astronauta Vinhas Velhas 2015


No Planalto de Alijó, de vinhas velhas nasce pelas mãos de Anibal Coutinho este Douro 2015, passando apenas por madeira usada que não lhe marcou a alma e assim ficou com toda a frescura e juventude de uma fruta gulosa e suculenta. Daqueles vinhos que são feitos para se beber sem preconceitos ou efeitos, é complexo, ganha com o tempo de copo uma graciosidade muito própria que cativa e nos faz ir bebericando mais um copo. A passagem por madeira, deu-lhe uma ligeira gordurinha que lhe arredonda suavemente os cantos, o resto é um vinho de refinada complexidade, bom corpo com secura no final a pedir comida por perto. Não procure aqui um Douro estruturado, seco e terroso, marcado pelas estevas, de dentes cerrados como as lajes de xisto. Aqui o que há para mostrar é outro lado e precisa de ser entendido e respeitado como tal, o preço a rondar os 8€ é uma tentação, uma verdadeira surpresa. 91 pts
 
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