Nova marca da Adega de Borba (Alentejo), cujas uvas oriundas das Quintas dos associados dão origem a esta nova gama. Desperta a curiosidade pela boa apresentação da garrafa, na loja do produtor o preço não passou dos 4€ a garrafa. Roupeiro, Arinto e Verdelho foram as castas escolhidas, o vinho é elegante, jovam e fresco, com muito citrino a conferir aromas frescos e florais, fruta de pomar, conjunto frutado e muito harmonioso. Boca com boa frescura, fruta presente ligeira untuosidade num tom atractivo com ligeira secura no final. Uma bela surpresa para um consumo diário com qualidade bem acima da média. 89 pts
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12 janeiro 2019
26 março 2017
Adega de Borba Vinho de Talha 2015
O vinho de talha é um tipo de vinho que sempre fez parte do dia a dia do consumidor de vinhos Alentejano. Este vinho viu-se a dada altura caído no esquecimento e foi afastado pelos tiques do consumidor novo rico de quem apenas procurava a novidade. As talhas foram ficando qual adorno de um tempo que as viu brilhar bem alto, hoje em dia a cobiça voltou e pagam-se pequenas fortunas pelas verdadeiras. Quem não as tem, procura-as ou procura adaptações, um vale tudo para ter aquilo que em muitos casos é "uma espécie de vinho feito num recipiente de barro". Neste caso o vinho é feito à antiga em talhas acostumadas aos aromas e sabores das uvas. O lote leva Trincadeira, Castelão e Alicante Bouschet, o vinho custa na loja da Adega de Borba coisa de 7€ e vale a pena ser descoberto e bebido. Provei no lançamento, ainda muito novo e algo rústico, com arestas por polir cheio das notas de barro húmido, muita fruta com travo fresco e verde de fundo. Agora parece que está ligeiramente mais afinado, mais sereno embora a rusticidade permaneça lá. Sirva-se em jarro como sempre foi servido ao longo dos séculos. 89 pts
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30 março 2016
Adega de Borba Rosé 2015
Acabado de chegar ao mercado a nova colheita deste rosé bem fresco e frutado da Adega de Borba. No perfil tem tudo para agradar mostrando um ligeiro toque guloso sem exagero que o torna apetecível e sabe bem. Com toda a atenção centrada na frescura da fruta vermelha, com muito morango gordo e rechonchudo acompanhado por amoras, mostra-se fresco e com boa exuberância de aromas. Na boca replica a prova de nariz, envolto por uma sensação de leve doçura, é essencialmente a expressão bonita da fruta que se faz sentir sempre com uma boa frescura. Um vinho directo e descontraído que servido fresco será companheiro de inúmeras ocasiões no aperto do calor que se aproxima. 88 pts
04 agosto 2014
Adega Borba Premium branco 2013
Completa-se com este branco a gama Adega de Borba Premium, num vinho feito à base de Arinto, Antão Vaz, Verdelho e Alvarinho. Não me deixou tão entusiasmado tendo em conta a restante gama, o rosé e acima de tudo o tinto, esperava aqui encontrar um vinho que tivesse alguma passagem por madeira, algo mais rechonchudo mas com muito boa frescura que o controlasse e desse a mesma vida que mostra ter. O vinho pelo contrário conheceu apenas o frio do inox, ficou estático e desenvolve pouca conversa apesar de toda a sua estrutura estar assente quer na fruta madura e precisa, quer na boa frescura que tem.. Custa 5,49€ na loja online da Adega de Borba. 88 pts
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Adega de Borba
01 agosto 2014
Montes Claros Reserva branco 2013
Custa na loja da Adega de Borba 4,89€ este novo Montes Claros Reserva branco cujo lote resulta das castas Roupeiro, Antão Vaz, Arinto e Verdelho. Mantém o mesmo perfil sóbrio que vem sendo costume na marca, sem transmitir o entusiasmo que conseguiu o Reserva Rótulo de Cortiça ou sequer a genica que o mais recente Adega de Borba Premium branco mostrou ter. O que temos aqui é um vinho branco sereno, sem grandes exaltações mas que mostra um patamar de qualidade ajustado ao preço, algo que nesta Adega sabem fazer muito bem. O aroma fresco carregado de fruta tropical com citrinos misturados, ligeira baunilha que a passagem por madeira lhe ofereceu, depois é o toque verde das folhas e flores do limoeiro e da laranjeira. Na boca cheio de vida, ligeira untuosidade, fruta a marca o palato até final prolongado em corpo mediano. Bom companheiro de um Cação de Cebolada. 89 pts
08 janeiro 2014
Adega Borba Cinquentenário Grande Escolha 2003
É o vinho comemorativo dos 50 anos daquela que é a mais antiga Adega Cooperativa (Borba) da região e ao mesmo tempo a referência neste momento em todo o Alentejo para não dizer mesmo de Portugal. Como exemplo disso e mostra da enorme renovação que ali se tem feito, nada melhor que um vinho deste gabarito capaz de se catapultar para o lote dos melhores do Alentejo. Nos 10 anos que tem de vida foi perdendo toda a pujança inicial, serenou e ganhou um saber estar que apenas o tempo é capaz de proporcionar, agora mais adulto está mais vinho, direi que na fase ideal para ser bebido com enorme prazer, sem nunca deixar de mostrar o sotaque da terra que o viu nascer.
Com um aroma muito bem definido, fresco e com fruta bem presente, terroso e especiado num todo onde a madeira já se acomodou faz muito, bom de cheirar e melhor de beber. Na boca repleto de elegância, frescura, harmonia entre componentes, muito sabor da fruta, folha de tabaco, licor de mirtilos, acidez presente a percorrer todo o palato num final persistente e duradouro. E para o acompanhar foi feito a pedido um assado de borrego no forno, o vinho e todos os presentes agradeceram. 94 pts
Com um aroma muito bem definido, fresco e com fruta bem presente, terroso e especiado num todo onde a madeira já se acomodou faz muito, bom de cheirar e melhor de beber. Na boca repleto de elegância, frescura, harmonia entre componentes, muito sabor da fruta, folha de tabaco, licor de mirtilos, acidez presente a percorrer todo o palato num final persistente e duradouro. E para o acompanhar foi feito a pedido um assado de borrego no forno, o vinho e todos os presentes agradeceram. 94 pts
15 maio 2013
Adega de Borba Rosé 2012
Continuo à volta dos vinhos rosados, continuo pelas terras do Alentejo desta vez oriundo da Adega de Borba saltou-me para o copo a mais recente colheita deste rosado. Resultante das castas Aragonez e Syrah agrada logo de início pela graduação que marca 12,5% Vol, só mostra que é possível nos dias de hoje fazer-se vinho sem cair em exageros de álcool.
Este vinho é o chamado miminho bom, conquista no imediato e tem aquele toque guloso sem exagero que o torna apetecível e sabe bem. Tudo se centra numa fresca e sumarenta fruta vermelha, com muito morango gordo e rechonchudo acompanhado por ameixa vermelha, mostra-se fresco e com boa exuberância de aromas. Na boca replica a prova de nariz, envolto por uma sensação de leve doçura, é essencialmente a expressão bonita da fruta que se faz sentir sempre com uma boa frescura. Um vinho simples, directo e descontraído que servido fresco será companheiro de inúmeras ocasiões. O preço praticado 2,93€ na loja do produtor é mais do que tentador. 87 pts
10 abril 2013
Borba Rótulo Cortiça Reserva branco 2011
Desde 1979 que o Rótulo de Cortiça da Adega de Borba não via a sua versão branco sair para o mercado, diga-se que em boa hora se lembrou ou lembraram de o fazer, são apenas 2000 garrafas com custo unitário de 8,23€ na loja do produtor. O lote resulta da escolha das castas Arinto, Verdelho e Alvarinho, vinho fresco, apelativo de aroma com destaque para um leve travo a baunilha gulosa e cremosa oriunda dos tais 30% que andaram a nadar em madeira e que dão sinal de entusiasmo, vinho bem acondicionado e harmonioso. Desde os frutos tropicais a citrinos bem maduros e sumarentos, ganha leve fragrância melada no fundo. Na boca é fresco com sensação de arredondamento, cheio e saboroso com fruta a marcar a passagem pela boca, novamente o toque melado, fruta amarela e acidez citrina em fundo fresco. Gostei bastante do vinho, mostrou-se sério e capaz de proporcionar uma prova elegante, pouco ou nada cansativo uma vez que tem acidez bem presente. Ligou bastante bem com uma sopa de cação, não fugindo muito à regra de que a comida regional deve ser acompanhada por vinho da região. O melhor branco da Adega de Borba dos últimos dez anos. 90 pts
25 janeiro 2013
Montes Claros Garrafeira 2007 & 2008
É da gama Montes Claros o topo de gama, ostenta o bonito nome Garrafeira, vinho que dorme mais que todos os outros, vinho que vem fino e elegante para os nossos copos. Desde o seu primeiro lançamento, salvo erro em 2001 que este Montes Claros Garrafeira tem feito as minhas delícias, pela frescura que apresenta, pelo cuidado como se mostra mas acima de tudo porque já nos oferece uma complexidade bastante acima da média e com um preço a rondar os 12,50€, bastante cordato face ao que nos dá, e é bastante tal como a quantidade produzida que ronda 1.000.000 de garrafas. Relembro o lote que deles faz parte, aposta clara em castas locais como Trincadeira, Aragonez e Tinta Caiada. Com umas valentes empadas de caça o mote foi mais que bom para abrir dois destes Garrafeira, o 2007 e o 2008. Sem prévia decantação o tempo que lhes foi dado foi no copo.
Montes Claros Garrafeira 2007: Todo ele a mostrar um aroma que nos remete para os vinhos da região, chamarei clássico, nas frutas maduras e compota com recordação de ameixa, bagas, vegetal seco a complementar com toques de folha de tabaco, especiaria, bálsamo fino e café moído. Fino e complexo, fresco, moram ainda alguns travos de cravinho, de bagas, de coisas que só o tempo consegue fazer lembrar, bouquet refinado e composto, mais uma vez é a frescura que o ampara, boca muito bem composta com corpo, com integridade e presença onde taninos finos se mostram no final que tem boa persistência. 92pts
Montes Claros Garrafeira 2008: Nota-se de imediato que é família do 2007, apenas mais maduro e um tanto ou quanto menos complexo, menos frescura de aromas e um pouco mais rugoso fruto de uns taninos mais presentes a pedirem tempo em garrafa. Mais tosta, mais café torrado, complexidade ainda por esticar, sumarento e guloso, fresco e com bom envolvimento. Apesar de tudo, gostei mais do 2007 para beber agora, são vinhos de guarda e irei depositar as minhas garrafas na garrafeira porque estou convicto que mais uns anos apenas lhe irão fazer bem. Darei notícias sobre os mesmos em igual prova no final deste ano. 91/92 pts
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24 janeiro 2013
Adega de Borba Premium 2010
Ora cá está um dos mais recentes frutos da reinvenção que a Adega de Borba realizou no seu alargado portefólio. Após algumas incertezas no vai e vem de alguns rótulos eis que surge o Premium, o tal B de Borba do rótulo preto que custa coisa de 5,76€. Um preço, direi quase imbatível para o que nos é oferecido, depois há uma quantidade assinalável a rondar as 120.000 unidades, cujo seu primeiro lançamento foi em 2006, talvez o melhor de todos até hoje, cada garrafa que abro é motivo de alegria. No copo tenho o último lançamento, o 2010, de aroma maduro com a fruta em dose de boa gulodice, travo especiado e um maior acolhimento por parte da madeira que debita no vinho travo de baunilha. Mais arredondado, mais apetitoso e com abordagem mais abrangente, especiado com algum bálsamo vegetal e compota. Médio de corpo, sumarento e com boa concentração de sabor, elegância na passagem com frescura mediana e final saboroso. É daqueles vinhos que saltam da gastronomia regional para um horizonte mais amplo, aqui no terreno puramente italiano com uma boa Spaghetti bolognese. 90pts
| Photo: GETTY |
23 janeiro 2013
Montes Claros Reserva 2010
Vinho de alta rotação, a facilidade com que se encontra à venda é proporcional à facilidade com que se bebe. Montes Claros marca antiga cujo nome honra a famosa batalha, hoje na posse da Adega de Borba (Cooperativa), com ampla tiragem que bate nas 80.000 garrafas e a custar 5,99€ na loja online do produtor. É marca costumeira da mesa lá de casa, noutros tempos com outra roupagem, hoje mais moderno, mas que desde sempre me fui acostumando a ver entrar e sair, hoje em dia continua o dito frenesim.
Se há coisa que as gentes da Adega de Borba souberam fazer foi retocar de maneira inteligente os vinhos ali produzidos para resistirem às actuais exigências do mercado, assim foi e os vinhos mantendo um pé no que foram continuam sem que a lembrança esmoreça.
É vinho do Alentejo, de Borba, com aromas de ameixa e compota, com folha de tabaco e herbáceo, aromas mornos que são compensados pela boa frescura do conjunto. Calmo e sereno, maduro e muito pronto a beber, tem vigor na boca, aquele vigor que pede ensopados vários, gosta do petisco e do coelho frito, gosta de uma boa tachada de tordos. Dizem que brincou em madeira, fez muito bem, na boca complementa o nariz, passagem sumarenta, frutada, pimenta moída e com leve toque dos taninos. Insistentemente consistente e uma referência das nossas mesas. 89pts
É vinho do Alentejo, de Borba, com aromas de ameixa e compota, com folha de tabaco e herbáceo, aromas mornos que são compensados pela boa frescura do conjunto. Calmo e sereno, maduro e muito pronto a beber, tem vigor na boca, aquele vigor que pede ensopados vários, gosta do petisco e do coelho frito, gosta de uma boa tachada de tordos. Dizem que brincou em madeira, fez muito bem, na boca complementa o nariz, passagem sumarenta, frutada, pimenta moída e com leve toque dos taninos. Insistentemente consistente e uma referência das nossas mesas. 89pts
14 janeiro 2013
Montes Claros Espumante Bruto
A Adega de Borba (Cooperativa) não pára, é de louvar este dinamismo daquela que a meu ver é a melhor Cooperativa de vinhos em Portugal, pelo menos a que melhores vinhos me coloca no copo sem esquecer a consistência qualitativa dos mesmos ao longo dos anos, e o preço a que os vende. No final do ano que passou lançaram novamente um espumante no mercado, o primeiro ensaio da Adega tinha sido algo tímido e quase exclusivo para os sortudos que o conseguiram comprar na WineShop da Cooperativa, já o primeiro ensaio da marca Montes Claros já está como que esquecido no tempo. Agora com loja online já não há razões para não se conseguir chegar aos vinhos de produções mais pequenas. É o caso deste novo espumante, o Montes Claros Bruto resultante da colheita 2010 no total de 5.000 garrafas, na base de Arinto e Alvarinho cujo preço bate nos 7,32€ na loja do produtor.
Foi espumante que agradou em noite festiva, vinho a querer mostrar alguma seriedade e que mesmo a solo honrou os presentes com boa qualidade onde a fruta tropical e citrino se mostram com boa frescura de conjunto, mediano tanto na presença, que não se deixa desvanecer, como no final de boca com boa persistência. Uma boa surpresa que vale a pena conhecer. 89 pts
Foi espumante que agradou em noite festiva, vinho a querer mostrar alguma seriedade e que mesmo a solo honrou os presentes com boa qualidade onde a fruta tropical e citrino se mostram com boa frescura de conjunto, mediano tanto na presença, que não se deixa desvanecer, como no final de boca com boa persistência. Uma boa surpresa que vale a pena conhecer. 89 pts
01 novembro 2010
Coop de Borba Senses
A gama dos mono & bivarietais da Adega Cooperativa de Borba foi renovada, surgem com nova roupagem mais cuidada e apelativa, continuam a ser apostas interessantes com produção de 2.500 exemplares para cada uma das novas versões, um branco e três tintos completam o ramalhete que é a gama Senses aqui colocada em prova:
Senses Antão Vaz 2008 um vinho fresco de aroma tropical, médio de intensidade na sensação da fruta com calda, geleia, mais citrinos e melão, rebuçado de limão e algum floral branco. Tudo muito bem acomodado, conjunto com bom corpo, fruta presente com ponta de calda, acidez presente a dar alguma frescura ao conjunto, que termina com boa persistência. 15 - 88 pts
Senses Touriga Nacional 2008 a mostrar-se escuro com violeta no rebordo, aroma com boa intensidade, fruta em compota com frescura acompanhada por violetas, vegetal sem implicar com madeira afinada, leve fumo de fundo. Na boca acompanha com boa estrutura, fruta presente, madura com alguma austeridade vegetal que aporta secura no final com algum bálsamo vegetal em fundo. 15,5 - 89 pts
Senses Syrah 2008 com aromas de tosta e alguma austeridade química, fruta negra madura com compota associada, especiado e chocolate preto, escuro com grande sintonia de um conjunto com boa frescura. Boca ampla, frescura a acompanhar a fruta madura com secura vegetal (chá), tosta ligeira e final de boca de boa persistência. 15,5 - 89 pts
Senses Aragones 2008 de aroma frutado em tons de vermelho (morango, ameixa) muito ameno com leve caramelo de leite e tosta, apimentado pelo meio num tom simples e mais directo sempre com a barrica em plano mais discreto. Boca de mediana envergadura, o vinho bebe-se muito bem, a saber a frutos vermelhos, secura vegetal com toque fresco em mediana persistência final. 15 - 87 pts
21 outubro 2008
Coop. Borba Aragonez & Touriga Nacional 2006
Castas: Aragonez (50%) e Touriga Nacional (50%) - Estágio: 4 meses em carvalho francês (80%) e americano(20%) com estágio de 5 meses em garrafa - 14% Vol.
Tonalidade granada escuro de concentração média.
Nariz revelador de boa intensidade, com ligeira austeridade a sentir-se num conjunto que fica claramente acima da mediania com bastante fruta madura e fresca em toque compotado presente. Fundo escuro e fresco, variando entre melaço, xarope de ameixa, torradas e apontamento balsâmico, cacau, caramelo de leite e brisa floral (violetas).
Boca com alguma frescura a envolver todo o conjunto, bem estruturado e de arestas já bem limadas e médio de espacialidade. Sente-se vigor e vivacidade, a fruta sente-se madura, com a gulodice da compota a animar ligeiramente. Completa-se com travo vegetal e ligeira especiaria em segundo plano, num final médio/longo.
Sente-se bem neste vinho o diálogo entre as das castas que dele fazem parte. A passagem que teve por barrica, deu-lhe um pouco mais de complexidade e ajudou a melhor encaixar todas as peças. Foram produzidas 10.000 garrafas com preço a rondar os 7€.
15,5
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